Por Que Não Há Que Ter Medo Da Inteligência Artificial

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A ideia de uma sociedade automatizada, abundante em robôs, em tal grau em moradia como no serviço, foi uma das utopias —e distopías— com que reagiu a literatura a introdução de sistemas de automação. No início do século XX, o emprego de automóveis e semáforos popularizou a automação para a avenida.

porém, a inteligência artificial (IA) e as máquinas automáticas não são o mesmo. A IA é uma maneira de automação avançada. Os dispositivos usuais criam-se regras de programação muito precisas, com as quais uma máquina exerce determinadas tarefas.

A eficiência depende do detalhe e rigor com que se tenha programado a tarefa: como por exemplo, pra traçar a rota mais curta entre Sevilha e Madrid. O que permite a IA é uma automação mais abstrata. Isso significaria traçar a rota mais rápida entre Sevilha e Madrid, tendo em conta as obras, o número de semáforos, os horários previsíveis de maior intensidade de tráfego, assim como este incidentes como acidentes de trânsito ou as condições meteorológicas.

isto É, a programação se concentra na fabricação de regras para verificar a eficiência neste assunto e no desenvolvimento de parâmetros de atuação. Seguindo estas regras, os sistemas de automação inteligentes optam o método mais eficaz.

Esse grau de abstração, é um marco pela história da tecnologia. Estas realizações anima e pávido ao mesmo tempo. Por inexistência de familiaridade, a IA parece magia e nos leva a reabrir velhos debates. Como é essa tecnologia inteligente?

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você Tem sentimentos e desejo? Você é apto de maldade e malícia? Quem é responsável se o sistema tem efeitos negativos não previstos? Você vai alterar a meio ambiente do ser humano? Essas mesmas questões foram precisamente objeto de discussão nos tribunais de imensos países após a comercialização do automóvel no começo do século XX.

O episódio de que as mesmas indecisões e questões surgidas com a introdução de um novo meio de transporte resurjan um século depois, com a chegada da IA, requer uma revisão do debate de outrora. Do ponto de visão normativo, três aspectos merecem a nossa atenção. A comercialização dos automóveis foi em seu dia almejada por todas as camadas sociais. O automóvel como meio de transporte prometia um futuro de eficiência e higiene em cidades com ruas infestadas de fezes de cavalos.