O Plano De Pedro Sánchez Para Governar Sozinho

O Plano De Pedro Sánchez Para Governar Sozinho 1

No caso de investidura, os números são claros, uma vez suspensos deputados, a despeito de esta situação podes diversificar no futuro, se o julgamento é visto pra sentença antes de vir o debate de investidura. Embora Possamos ter registrado uma perda significativo de apoio nas eleições do passado domingo, “para atingir governos progressistas” Ábalos considera que o PSOE tem que “continuar a revelar com eles”, porém deixando de lado a idéia do governo de coalizão.

O mesmo dirigente socialista insistiu em fazer isto, esta segunda-feira e Pablo Iglesias admitiu sem rodeios a sua fragilidade como decorrência destes resultados eleitorais na hora de negociar a investidura. O líder Podemos retirou suas pretensões, no entanto sem renunciar a entrar no novo Governo, sempre que que Ábalos insiste que “há outras fórmulas de colaboração que não são governos de coalizão”.

Sem permanecer clara a solução para esse conversas, ficará saber a fórmula concreta, que tornaria possível a investidura de Sánchez. Contando com a Unidas Podemos, Ábalos admitiu somar para as linhas de portas, Coligação Canária e Partido Regionalista de Cantabria (PRC), que somariam 175 cadeiras, um da maioria absoluta necessária. Em condições normais, seria necessária a abstenção da ERC, sobre a qual o próprio dirigente socialista admitiu que “pode ser”, que “há precedentes” e que “não seria a primeira vez”. Todavia, as condições do Congresso não são normais, como decorrência da razão judicial do ‘procés’, que levou à suspensão dos quatro deputados foram presos. Mas os desafios do PSOE de Sánchez bem como passam em todo um leque de possíveis acordos em nível regional e municipal.

Apenas alguns minutos depois de se conhecerem os resultados das europeias, o presidente em funções se adiantou a requisitar aos Cidadãos que levantar o veto para evitar que o Vox poderá desfrutar de um papel parelho ao de Andaluzia, se não superior.

Ábalos considera que “Cidadãos ainda tem margem para consertar seu cordão sanitário por seu interesse”. O dirigente alega que o desejo de Rivera por decidir-se como líder da oposição obteve um desfortúnio nestes comícios do 26-M, por não ter conseguido o pretendido ‘ultrapassagem’ ao PP, onde o esperava.

Mas o socialista foi dito que “se o inimigo de Cs é o PP” e “está competindo com ele”, portanto, o “absurdo é subordinar-se ao PP”. Na sua posição, “a única perspectiva de Cs tenha um perfil político é não subordinar-se para que os governos dos dirija o PP”, porque “se a fórmula é a andaluzia, a Cs não lhe serve de nada”. Se os vetos se levantam a nível ambiente e regional, o PSOE aspira a governar a Comunidade de Madrid e a comunidade autónoma de Castela e Leão, e impossibilitar que o independentismo se faça com o título de craque.

  1. Análise técnica operacional
  2. 3 Senadora da República
  3. 11 Murad I contra Karaman
  4. LYNCH, John, Os Áustrias (1516-1598): História de Portugal, Barcelona, Crítica, 1993
  5. dois Posição perante a imigração na Argentina

Local tem em sua mão facilitar que o PSOE conserve o Governo de Aragão, ou que se faça, além do que com o da Comunidade de Madrid, com o de Castela e Leão e Múrcia. Também têm a chave em incontáveis municípios significativas, como os de Saragoça, Burgos, Leão, Évora, Badajoz, Cáceres, Cidade Real, Aveiro ou Leiria.

Menos complicado poderá ser em Castela e Leão e em Barcelona. No primeiro caso, os de Rivera é mais fácil apoiar a intrometer-se com os socialistas para derrubar de uma vez ao PP de um governo que de imediato dura quase 32 anos. Neste caso, abre-se um dilema sensacional para Sánchez, o que é compatível impedir que DRC fique com a prefeitura de Barcelona pra tornar possível que os republicanos se abstenham pela investidura de Sánchez. Como limitou-se a apontar o secretário de organização de Cidadãos, José Manuel Villegas, “os pactos irão para o largo”.