Héctor José Cámpora

Héctor José Cámpora 1

Héctor José Cámpora (Mercedes, vince e seis de março de 1909 – Cuernavaca, México, dezenove de dezembro de 1980) foi um político e dentista argentino. Exerceu a Presidência da Nação durante quarenta e nove dias, em 1973, pela primeira das presidências do terceiro peronismo, também conhecida como a “primavera camporista”.

Seu passageiro governo se destacou pelo Pacto Social entre sindicatos e empresários que segurou tua política econômica industrialista, uma política internacional, terceiro-mundista e uma política universitária e inclusiva, com a participação protagônica do movimento estudantil. Renunciou ao cargo no dia 13 de julho de 1973, facilitando a promoção das primeiras eleições sem proscrições depois de 1955, em que Perón ganhou com 62% dos votos. Após a renúncia retirou-se pra tua moradia em San Andrés de Giles.

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Em 1975, já morto Perón e ao longo do governo de Isabel Perón, foi expulso do Partido Justicialista. Cámpora fez os seus estudos secundários no Colégio Nacional Florentino Ameghino de Mercedes, onde o elegeram presidente do centro de estudantes e onde começou sua militância política. Em 1934, ganhou de dentista e se radicou em São Paulo, onde se casou no dia 15 de abril de 1937, com Maria Georgina Cecilia Oliveira Perez (1917-1994), apelidada de “Nené”, a única filha de uma viúva, de certa riqueza.

Em 1944 foi nomeado comissário municipal para o governo surgido do golpe militar de quatro de junho de 1943 e conheceu Juan Domingo Perón. Em junho deste mesmo ano foi nomeado vice-presidente da primeira Diretoria Executiva do Partido Peronista na Província de Buenos Aires, que teve a teu cargo a organização do partido na província. Em 1948 foi eleito tradicional pela província de Buenos Aires para reunir a convenção constituinte que promulgou a Constituição de 1949, da qual foi primeiro vice-presidente.

Em fevereiro de 1951, foi nomeado afiliado do Conselho Superior Peronista. Em 1951, ao lado da CGT, encabeçou o movimento popular que alavancou a candidatura de Eva Perón para a Vice-presidência da Nação. A candidatura de Evita se viu, finalmente, frustrada na resistência de grupos conservadores e militares, e pelo câncer que prontamente a achava e causando a sua morte no ano seguinte. Após a morte de Eva Perón em 1952, Cámpora foi afastado da presidência da Câmara, a partir das sessões de 1953, atribuindo a manobra ao secretário de Assuntos Políticos da Presidência da Nação Román Subiza.

Tentou, sem sucesso, que Perón intervém para impedir seu deslocamento e foi nomeado embaixador plenipotenciário, tarefa que o levou a visitar 17 países. Em seu regresso, se reintegrou à sua função de deputado. Ali se encontravam onze presos políticos, peronistas e comunistas.