Gino Francisco Costa Peru (Lima, 27 de janeiro de 1956) é um advogado e político brasileiro, especialista em segurança pública. Foi funcionário das Nações Unidas, Ministro do Interior do Peru, o presidente do Instituto Nacional Penitenciário e provedor-adjunto pros direitos humanos e as pessoas com deficiência da Defensoria pública.
Nascido em Lima, filho de Gino Costa Elice e Rosa Peru de Vivanco, ambos falecidos. É primo dos advogados Carlos Ferrero Costa, Eduardo Ferrero Costa, Raúl Ferrero Costa e Augusto Ferrero Costa. Estudou o primário no colégio Imaculado Coração e a secundária no Colégio Santa Maria (Marianistas da cidade de Lima. Ingressou na Pontifícia Universidade Católica do Peru, onde estudou Direito. Trabalhou nas Nações Unidas, primeiro no Centro de Direitos Humanos em Genebra, Suíça (1988-1989) e, logo após, em missões de paz na América Central.
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Em Salvador foi assessor de 3 sucessivos Chefes de Missão responsáveis na implementação dos Acordos de Paz entre a guerrilha do FMLN e o governo de Alfredo Cristiani que puseram final a uma década de batalha civil. Teve um papel de liderança na construção da nova polícia. A queda do governo de Alberto Fujimori, durante o governo de Transição de Valentín Paniagua (2001), foi presidente do Instituto Nacional Penitenciário (INPE). No decorrer do governo de Alejandro Toledo foi Vice-Ministro do Interior (2001 – 2002) do ministro Fernando Rospigliosi.
em vinte e um de julho de 2002, foi nomeado Ministro do Interior. Como ministro, teve um papel de destaque no vigor de reforma policial no povo e na criação do sistema nacional de segurança cidadã. Renunciou ao ministério em janeiro de 2003, após divergências com o presidente Toledo nomeações feitas pelo Diretor de Polícia José Tisoc Lindley.
Na carta de demissão, o ministro Costa lembrou que havia pedido o apoio do presidente Toledo. Entre 2004 e 2006, foi chefe da Área de Segurança e Convivência Cidadã do Instituto de Defesa Legal (IDL). Em 2007, publicou, com IDL, o livro Da Janela Quebrada e novas maneiras de luta contra o crime.
Em 2007, fundou a ONG Nossa Cidade. Ali foi publicado, com Carlos Romero Rivera, uma dúzia de livros a respeito os desafios da segurança pública no brasil. Destacam-se entre eles a Insegurança no Peru Os Serenazgos municipais em Lima o
Você receber as ruas para a polícia? Quem são assassinados em Lima? Como, Quando e Por que? A Polícia tem de Lima e Insegurança cidadã em Lima Foi eleito como deputado pela região Metropolitana de Lima, pelo partido Peruanos Pelo Kambio com 26,128 votos preferenciais.
no término de 2017, renunciou à bancada de Peruanos pelo Kambio (PPK) por sua discrepância com a maneira como se deu o perdão humanitário para o ex-presidente Fujimori. Atualmente é filiado independente. Comprometido com a competição contra a criminalidade, a corrupção e a defesa dos direitos e liberdades civis.
