Aldeias Antigas Do Norte Da Síria

Aldeias Antigas Do Norte Da Síria 1

As Aldeias antigas do norte da Síria (ou cidades falecidas ou esquecidas) são um grupo de 700 assentamentos abandonados no noroeste da Síria, entre Aleppo e Idlib. São em torno de quarenta povos agrupados em 8 parques arqueológicos situados no noroeste da Síria, que refletem a existência rural pela Antiguidade tardia e no decorrer do período bizantino.

A maioria dos povos, que datam dos séculos I ao VII, abandonou-se entre os séculos VIII e X. Os assentamentos contam com os restos bem conservados de arquitetura de casas, templos pagãos, igrejas, depósitos de água, banheiros, etc. Das aldeias mais primordiais são Serjilla e O Bara, e o conjunto monacal de Qal’at Si’man. As aldeias estão situadas numa área elevada de pedra calcária.

  • Impulso desenvolvimento técnico-científico, ao ser lucrativo
  • Um tipo de granito artificial, usado pros andares
  • Obtenção de licença de operação para desportos aquáticos no ambiente,pessoa moral
  • Corporações que têm de comprar várias variações tipográficas de teu nome
  • Instituto Tecnológico de Querétaro (ITQ)

Estes antigos assentamentos cobrem uma área de vinte a 40 quilômetros (25.12 milhas) de largura e cerca de 140 quilômetros (oitenta e sete milhas) de comprimento. Encontram-Se pela conhecida como o Maciço Calcário. Chris Wickham, em seu estudo autorizado publicado em 2006 do universo pós-romano enquadrado pela Alta Idade Média, confessa que se trata de assentamentos de camponeses prósperos que têm características especificamente urbanas em poucos deles ou nenhum.

Os impressionantes restos da arquitetura doméstica são o efeito da prosperidade dos camponeses que se beneficiaram de um potente comércio internacional do azeite de oliva ao desfecho da Antiguidade. Outro pretexto é que se trata de cidades prósperas que floresceram devido a que se encontram durante as principais rotas comerciais do Império Bizantino, e não eram só assentamentos de camponeses prósperos.

Após a conquista pelos árabes, as trajetórias comerciais mudaram, e como resultado destas cidades, perderam a maioria dos negócios que oferecer a tua economia. Neste ponto de visibilidade, os colonos, enfim, abandonaram as suas cidades e foram pra novas cidades que estavam desenvolvendo os árabes e os Omíadas, fundando novos assentamentos urbanos. Os povos antigos das cidades mortas ilustram a alteração do universo pagão do Império Romano ao cristianismo bizantino.

Relativamente são poucas as cidades mortas, em que as escavações arqueológicas têm ambiente e, infelizmente, a maioria das pessoas que vivem perto delas não têm percepção de tua seriedade. Mas, os habitantes locais estão a todo o momento dando boas-vindas aos visitantes que chegarem ao local. Desde o começo do século XXI, a maioria dos websites são de fácil acesso, visto que diversas estradas foram pavimentadas. Existe um guia com um mapa detalhado que é muito benéfico para achar os blogs menos famosos: “A Igreja de São Simão Estilita, e outros sítios arqueológicos nas Montanhas de Simeão e Halaqa”.

8 áreas das cidades falecidas foram inscritas na Unesco como Patrimônio da Humanidade em 2011, ante o nome de “Antigos vilarejos do norte da Síria”. Em 20 de junho de 2013, a Unesco incluiu todos os web sites sírios na lista do Património mundial em perigo para alertar sobre os riscos a que estão expostos, devido à Disputa Civil Síria. O Castelo Kaleta e as igrejas: encontrado a vinte km a noroeste de Aleppo.

O castelo foi originalmente montado como um templo romano ao longo do século II. São duas as igrejas bem conservadas perto do castelo: no leste, a igreja construída no ano de 492; e a igreja ocidental do século VI. Basílica de Karab Shams: uma das mais antigas e bem conservadas estruturas cristãs do Levante no século IV. A igreja bizantina está a vinte e um km (13 milhas) a noroeste de Aleppo. Igreja Fafertin: ruínas de uma basílica romana da era tardia, datada em 372 d. C., está a vinte e dois km (quatrorze milhas) a noroeste de Aleppo.